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27 de julho de 2012

Pr. Jorge Videira - Distinção Hierárquica.


AMADOS AMIGOS... DEIXO AQUI, UM RELATO, COM AUTORIZAÇÃO DO Pr. JORGE VIDEIRA, QUE MUITO ME IMPRESSIONOU QUANDO LI NO FACEBOOK. 

REDES SOCIAIS AJUDAM MUITO EM CONHECIMENTO, QUANDO ESCOLHEMOS BEM NOSSOS AMIGOS E COMPARTILHAMOS O QUE POSSA EDIFICÁ-LOS.

ENTÃO, DEIXO COM VOCÊS O TEXTO ABAIXO E ACREDITO QUE PODEMOS APROVEITÁ-LO NO ÂMBITO MISSIONÁRIO.

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"Queridos amigos do face, devido a tantos comentários sobre o fato de tantos movimentos neopentecostais estarem surgindo em nossos dias cujos líderes são bem conhecidos por seus títulos bem elaborados, pensei que fosse útil um comentário sobre os títulos por eles usados, principalmente o de "apóstolo", tão em moda ultimamente. Espero que contribua para o esclarecimento daqueles que gostam de pesquisa bíblica e não seguem a qualquer vento de doutrina, Obrigado Pr. Jorge Videira...

A palavra apóstolo vem do grego (apostellein) e dizia respeito ao servo de alguém com uma autoridade maior para executar determinadas tarefas ao ponto de ser enviado para cumprir determinada missão. O apóstolo estava debaixo da autoridade de alguém para executar determinada ordem ou trabalho, mas com o tempo, a palavra foi usualmente sendo modificada para ("apostelo"), que significa alguém incumbido de levar algo de muita importância para outra pessoa. Daí sua utilização no caso eclesiástico: aquele que leva a mensagem do evangelho.

No início da igreja primitiva o título ficava restrito somente aos que viram, andaram com Jesus e foram escolhidos diretamente por Ele: Os doze, como eram chamados, Ex. Mc 3. 14-19. Mais tarde, depois suicídio de Judas Iscariotes, os onze apóstolos se reuniram e de uma forma bem democrática e ao mesmo tempo teoclássica, escolheram Matias: At 1.12-26. 

Embora a Igreja Católica tenha colocado sobre Pedro uma espécie papado dando-lhe maior autoridade sobre a igreja da época, os textos bíblicos revelam que a igreja primitiva tomava suas decisões sempre em assembleias chamadas de concílios. Vejam por ex. At 15. 

Jesus nunca formou um super apóstolo que estivesse sobre os outros com toda a autoridade, mas formou um corpo de apóstolos para que decidissem juntos. Ele não deixou um substituto único com superpoderes infalíveis.

Nesse início, era bem difícil para alguém entrar nesse circulo fechado. Notem que o Apóstolo Paulo teve sérios problemas para ser aceito nesse quadro, pois seu contato com Jesus foi através de uma visão pessoal e não de um chamado com testemunho público, mas depois que todos entenderam a verdadeira função de um apóstolo, tudo ficou resolvido. 

Embora o termo "apóstolo" continuasse a ser uma espécie de honra maior dada aos que andaram pessoalmente com Jesus, outros apóstolos foram escolhidos para executarem a obra na função que o nome determinava: enviados com a missão de pregar. Por ex.: Barnabé e Saulo, nome hebraico de Paulo (At 14.14); Judas e Silas (At 15.22), Andrônico a Júnias (Rm 16.7) etc.

Os novos apóstolos iam de cidade em cidade levando a mensagem e passando as informações da liderança em Jerusalém (At 16.4). 

É bom que observemos que quando o Apóstolo Paulo escreve aos Romanos, cap. 1 verso 1; cap. 11, verso 13; 1 Coríntios cap. 1 verso 1, está se referindo a sua consagração por imposição de mãos recebida pelo corpo de líderes da Igreja, composta de Apóstolos, Presbíteros e a própria igreja reunida. Repare que o texto é claro: 

"Os discípulos decidiram, então, mandar uma ajuda, cada qual segundo suas possibilidades, aos irmãos que viviam na Judéia. Assim o fizeram. E enviaram a ajuda aos anciãos por meio de Saulo e Barnabé". (At 11:29,30).

Notem que Paulo, ainda chamado de Saulo, junto com Barnabé, são enviados por uma autoridade maior. Eles não se auto intitulam apóstolos ou qualquer outro título, a escolha é feita pelo corpo de Cristo: A Igreja reunida. Somente depois de comprovado valor demonstrado por obras e não por imposições ou guerrinhas pessoais, Paulo e Barnabé são separados para o ministério apostólico. Reparem no texto abaixo:

Havia profetas e mestres na igreja de Antioquia. Eram eles: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio, da cidade de Cirene, Manaém, companheiro de infância do governador Herodes, e Saulo. Certo dia, eles estavam fazendo uma reunião litúrgica com jejum, e o Espírito Santo disse: ""Separem para mim Barnabé e Saulo, a fim de fazerem o trabalho para o qual eu os chamei"". Então eles jejuaram e oraram; depois impuseram as mãos sobre Barnabé e Saulo, e se despediram deles. Enviados pelo Espírito Santo, Barnabé e Saulo desceram a Selêucia e daí navegaram para Chipre. (At 13.1-4).

O texto acima é muito esclarecedor, como já disse, Paulo e Barnabé não se auto proclamaram bispos ou apóstolos, eles foram separados, consagrados com a imposição de mãos e ENVIADOS (daí o nome apóstolo) pela igreja. O que significa que toda a linda obra realizada por suas mãos, as igrejas fundadas, os obreiros consagrados e separados, as Cartas valiosíssimas; TUDO ESTAVA DEVIDAMENTE DEBAIXO DE UMA AUTORIDADE CONSTITUIDA. Essa autoridade era formada, como já disse acima, dos apóstolos, dos presbíteros e da própria igreja reunida. O próprio texto em referência, Atos 15. 2, mostra que a decisão era tomada pelos apóstolos (reunidos e não um sobre todos), os presbíteros (anciãos separados) e a igreja (todos os membros). Era uma Assembleia Geral de Membros e não um pacote de regras e leis já estabelecidos previamente em reunião secreta, onde a igreja mesmo só fica sabendo das decisões, mas não tem poder algum para opinar e optar. 

Quando Jesus ensinou (Mt 16.16) que as portas do inferno não prevaleceria contra a igreja, ele estava falando de Sua igreja, fundada por Ele. Portanto devemos entender que o poder está sobre a Igreja e não sobre os homens. Quem separa, consagra e envia É A IGREJA. Qualquer grupo que queira sobreviver separado da igreja não terá vitória verdadeira. Jesus ensinou que os que a igreja ligassem na terra, seriam ligados no Céu e os desligados na terra, seriam também, consequentemente, DESLIGADOS NA TERRA. QUANDO UM GRUPO SE REBELA E ACABA DESLIGADO NA TERRA, AUTOMATICAMENTE, É DESLIGADO NO CÉU. 

Qualquer igreja que Paulo fundasse não estando debaixo da autoridade da Igreja, não seria recebida no Céu. 

Reparem a autoridade da Igreja em sua assembleia reunida; quando alguns problemas surgem por causa dos judaizantes, todos são chamados a Jerusalém para discutirem em uma assembleia Geral, um concílio, para que as coisas se ajeitassem. Não havia um soberano, um "papa". um "apóstolo" sobre todos, tudo era discutido de forma democrática e Teocrática, (At 15).

Mais tarde, o próprio Paulo que sofreu na carne esse problema, esclarece como essa função importante na igreja deveria ser observada:

"Foi ele quem estabeleceu alguns como apóstolos, outros como profetas, outros como evangelistas e outros como pastores e mestres. Assim, ele preparou os cristãos para o trabalho do ministério que constrói o Corpo de Cristo". (Ef 4:11,12).

Notem que o cargo de apóstolo é colocado em pé de igualdade com o pastor e os outros. NÃO HÁ NENHUMA DISTINÇÃO HIERÁRQUICA.

Então, um apóstolo é aquele que recebe autoridade para desenvolver um trabalho específico, debaixo de uma autoridade constituída e sempre com a imposição de mãos de seus superiores hierárquicos. O apóstolo deve relatórios, informações obediência, ele não é soberano.

Com o tempo e depois da morte dos apóstolos que andaram com Cristo, esse termo, "apóstolo", foi caindo em desuso e o seu valor real, "missionário", passou a ser mais usado pela igreja. Chamar alguém de missionário é o mesmo que chamá-lo de Apóstolo.

Uma igreja completa é aquela que tem pastores, mestres, evangelistas, apóstolos e profetas, todos trabalhando para o bem comum: o crescimento do evangelho na terra.

Entretanto, o problema está em como esse tal obreiro se autointitulou "apostolo". Ninguém é apóstolo por que quer e acha bonitinho. É necessário reconhecimento do seu chamado por parte de sua liderança, consagração competente com imposição de mãos e envio para a missão. O obreiro devidamente reconhecido tem que sem empossado por seus superiores para que haja legitimidade de seu ministério. 

É aí que está o grande problema criado por alguns. Muitos desse apóstolos dos nossos dias não tiveram o reconhecimento de sua liderança. A maioria fundou seu próprio ministério ao seu próprio prazer e regras. Muitos dividiram o rebanho que estava sob sua responsabilidade. Outros ainda, levaram seus membros ao ato de rebelião contra seus líderes. Uma igreja que é formada em rebelião e debaixo de maldição não pode ser uma igreja séria. 

Jesus ensinou que naquele dia muitos dirão que pregaram, expulsaram demônios, curaram enfermos no nome de Dele, mas o Senhor lhes dirá: "apartai-vos de mim" eu nunca vos conheci. Ora, quem pode pregar o evangelho, expulsar demônios e curar enfermos em nome de Jesus se não forem os que lideram igrejas?


Imagine a força dessa expressão: (Mat 7:23) "E, então, lhes direi abertamente:Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade". Como um Deus Oniciente, Onipresente e Onipotente pode dizer que não conhece alguém? É lógico que aqui se trata de reconhecimento, as pessoas em questão nesse texto pregava, mas não tinham a devida postura diante de Deus para um devido reconhecimento, nem diante de Deus e nem diante dos homens. QUE TRISTEZA!

A verdade é dura, mas não pode ser omitida: muitos que gostam muito de serem obedecidos, nunca souberam obedecer. Eles se esquecem que para sermos grandes temos que primeiro sermos pequenos. DO QUE VAI ADIANTAR GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A PRÓPRIA ALMA?

É de muita importância que salientemos aqui que os próprios apóstolos que andaram com Jesus, que tinham todo o reconhecimento tanto de Deus como também do povo, preferiam outros tratamentos, repare: 

1) Apóstolo Pedro = 1Pe 5.19 = "Aos presbíteros que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar". O mesmo Pedro que muitos dizem ter sido o Papa, se diz presbítero.

2) Apóstolo João - 3Jo 1.1 = "O presbítero ao amado Gaio, a quem, na verdade, eu amo". 

3) Felipe que aceita ser diácono e depois vai como evangelista para Samaria. 

O problema não seria tão grande se esses "grandes apóstolos" parassem por aí. Não! Eles não param, eles seguem em frente em suas mentes carnais, entregues a si mesmos, por amarem mais a si do que a Deus. Eles querem interpretar a Bíblia com os próprios conceitos inchados em sua vaidade, ele criar suas próprias doutrinas, seus chavões e métodos. O pior ainda, é que tentam ridicularizar o trabalho realizado ao longo dos séculos para que o Evangelho puro e genuíno chegasse até nós, deixados por homens que deram as suas vidas para isso. Eles tentam dizer que somente eles têm a verdade, mas eu pergunto: quando eles aceitaram a Jesus, se é que o aceitaram mesmo, quem foi que pregou para eles? 

Antes das suas grandes revelações, como era o evangelho? Quero declarar uma coisa para vcs caríssimos apóstolos: o evangelho já era evangelho antes de vcs e Deus sempre foi Deus sem vcs. Eu aceitei a Jesus no dia 5 de abril de 1970, antes de qualquer apóstolo se auto denominar como tal e o poder do evangelho me alcançou, mudou minha vida e até hoje eu não troco minha experiência com Cristo pela experiência de ninguém. 

Será que foi pensando em tudo isso que o apóstolo Paulo escreveu ao Coríntios: "Irmãos, vocês me obrigaram a aplicar essas verdades a Apolo e a mim. Aprendam nessa oportunidade a não se sentirem superiores por serem partidários de um contra o outro.

Vejamos: em que você é mais do que os outros? O que é que você possui que não tenha recebido?

Vocês já estão ricos e satisfeitos e se sentem reis sem nós! Tomara mesmo que se tivessem tornado reis; assim nós também poderíamos reinar com vocês!

Pelo que vejo, Deus reservou o último lugar para nós que somos apóstolos, como se estivéssemos condenados à morte, porque nos tornamos espetáculo para o mundo, para os anjos e para os homens!

Nós somos loucos por causa de Cristo; e vocês, como são prudentes em Cristo! Nós somos fracos, vocês são fortes! Vocês são bem considerados, nós somos desprezados!

Até agora passamos fome, sede, frio e maus tratos; não temos lugar certo para morar; e nos esgotamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos amaldiçoados, e abençoamos; perseguidos, e suportamos; caluniados, e consolamos. Até hoje somos considerados como o lixo do mundo, o esterco do universo.

Não escrevo essas coisas para envergonhar vocês, mas para chamá-los à atenção, como se faz com filhos queridos. 

De fato, ainda que vocês tivessem dez mil pedagogos em Cristo, não teriam muitos pais, porque fui eu quem gerou vocês em Jesus Cristo, através do Evangelho.

Portanto, eu lhes dou um conselho: sejam meus imitadores". (1 Co 4.6-16). 

Ao completar meus 56 anos de vida, 31 dos quais dedicados ao pastorado, eu achava que já tinha visto de tudo: eu nunca pensei que tantos políticos conseguiriam sair tão impunes como hoje; nunca pensei em ver dois homens ou duas mulheres se beijando e se agarrando em praça pública, num atentado declarado ao pudor e aos bons costumes, como vemos hoje; Eu nunca pensei que a criminalidade fosse avançar tanto a ponto dos cidadãos de bem terem que, por prudência, ficarem enjaulados com grades bem reforçadas, em suas próprias casas, com medo de sair às ruas depois de certa hora, enquanto que os bandidos vivem soltos e livres para fazerem o que bem entenderem; jamais pensei em ver tantos seminários, programas de rádios e televisão e outros meios de comunicação falando de igrejas e de seus grandes e maravilhosos pastores; nunca pensei em ver tantos nomes de igrejas e denominações como vemos hoje.

Isso sem mencionar o caso do pastor que foi pego orando e agradecendo a Deus pela propina recebida de políticos; alias, também nunca pensei em ver tantos pastores políticos e tantos políticos pastores.

Entretanto, diante de tanta coisa que espanta o meu olhar de terceira idade, o que mais me atemoriza é o campeonato disputado por alguns líderes "evangélicos". 

Lembro-me bem quando o cargo de pastor era conseguido com muito trabalho e demonstração de testemunho e vida, cumprindo-se o apelo do apóstolo Paulo (apóstolo porque foi consagrado por apóstolos, que por sua vez, foram escolhidos a dedo pelo próprio Jesus, pública, física e pessoalmente), de não impor as mãos precipitadamente. 

Fico apavorado quando vejo alguns meninos de tenra idade ostentando seus cargos pastorais quando ainda sentimos de longe o cheiro de urina em suas fraldas recém tiradas. 

Ainda no tempo da igreja primitiva e por causa do crescimento da mesma, foram escolhidos bispos para a liderança de territórios que somente eclesiasticamente, estariam acima dos outros presbíteros que por sua vez eram os pastores locais. Infelizmente, depois de um tempo, a vaidade criou o cargo de Arcebispo e do ultrajante "Papa".

Meu olhar já cansado antes do tempo, percebe que o mesmo argumento demoníaco usado pelo diabo no passado, para tirar a igreja do seu rumo, está sendo usado agora de novo: A VAIDADE.

De um tempo para cá, alguns líderes de algumas denominações resolveram se destacar dos outros, não pelo valor de seus feitos ou pela honra dada por Deus aos que lhe são fieis, mas pelas nomenclaturas e títulos que eles mesmos vão buscar em suas própria mentes férteis possuídas pela vaidade. Se cansaram de serem chamados pelo título de pastor, querendo mais reconhecimento, se auto consagraram "APÓSTOLOS", mesmo sabendo que não havia mais nenhum apóstolo vivo que lhes validasse a consagração. O que é pior é que os primeiros "novos Apóstolos" foram consagrados por uma missionária. Quem deu essa autoridade a ela? Também não sabemos. Um deles, como se não bastasse, resolveu ir adiante em seu devaneio e se auto intitulou: "Apostolo Primaz", o que significava estar ele na frente dos outros. Alguém então, não querendo ficar para traz e perder o campeonato, se autonomeou "PATRIARCA".

Não se dando por satisfeito e tendo total penetração no meio desse tipo de liderança, o diabo criou a ideia de que um pastor presidente de um campo pode ser nomeado "rei". Sim, é verdade, "rei, essa é a maior demonstração de descontrole emocional que um líder pode passar: achar que é o "rei" do seu rebanho. 

Como se não bastasse toda essa briga e pensando eu que já tinha visto tudo, sou alarmado já de manha, com a noticia chegada a mim por um de meus alunos: já existe grupos evangélicos consagrando ou pensando em consagrar seus lideres à "PRÉ ARCANJO" e "ARCANJO". Fico pensando, meu Deus, onde eles vão parar?

Tudo isso só serve para banalizar e vulgarizar o trabalho lindo, puro e extremamente divino de um pastor verdadeiro. Já existe: balada gospel, boate gospel, arraiá gospel, M.M.A. gospel, bar gospel. O que mais vão criar?

Temos que aprender com Jesus. Enquanto muitos "pastores", "bispos" e "apóstolos" tentam viver como deuses, Jesus, sendo Deus, preferiu viver como homem. Embora tendo as duas naturezas, divina e humana, seu maior feito foi como homem e não como Deus. Pense nisso e tente fazer o mesmo. Seja o mais humano possível e deixe que só os loucos e desumanos tentem viver como deuses.

Enquanto isso, o mundo continua seu curso e escândalos e mais escândalos mancham a história linda deixada pelos heróis anônimos que morreram para esse evangelho maravilhoso chegasse até nós. 

Meu Senhor Jesus, volte logo. "Ora vem Senhor Jesus".
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