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2 de setembro de 2011

MISSª. RAQUEL FERNANDES - "RECONOCIENDO" LIMA NO PERU.



Falar sobre minha querida Missionária Raquel Fernandes é uma honra. A conheço pessoalmente. Conheço seu testemunho e sei de seu caráter. Vida estável e família famosa, seu irmão é um cantor secular muito conhecido. Poderia estar no Rio em sua vida comum, mas aceitou o desafio de estar com o próximo, de levar conforto espiritual e ações humanitárias através da Palavra de Deus. Enfim, Missª. Raquel é o exemplo de quem é “chamado” a viver a obra missionária e que com este “despertamento” coloca em prática o “IDE” através do treinamento que recebeu.

Pessoa cheia da Palavra de Deus que gosta de oração e que sempre buscou estar na Presença do Altíssimo, Missª. Raquel está em Lima no Peru, após passar pelo treinamento específico pela CENTRAMI, com o apoio de sua igreja, Batista Peniel, do Pastor Marcos Sucupira, aqui no Rio de Janeiro. Preparou-se com um curso de espanhol, liderança de EBD Infantil e um seminário teológico para que pudesSe pregar nas igrejas locais e circunvizinhas, sendo capaz de, em solo estrangeiro, desenvolver sua “chamada missionária”. Para isso, o estudo da cultura local, sua geologia e seu clima foram imprescindíveis. 

Apesar da dificuldade na adaptação e de sentir-se como criança em face ao desafio de uma nova língua, a missionária se esforçou e tem vencido aos desafios que se apresentam. No E-mail que me enviou há alguns meses, conta que as crianças peruanas amam fazer broma (brincadeira) com seu sotaque, mas que tem conseguido se comunicar sem problemas, pois as crianças adoram ensinar os novos vocábulos, orgulhosos por ter a oportunidade de ensinar algo.

Segundo a missionária, a cidade de Lima vive imersa na idolatria, além do que se possa imaginar... Pois idolatram muitos deuses e suas estátuas. Todo monte tem um ídolo e cada vila tem um ídolo (e são muitas vilas). Muitas vezes acima das casas ou no quintal há um ídolo, nas praças sempre tem um ídolo, nos campos de futebol, colégios e estabelecimentos comerciais também. Além disso, há muitos seminários católicos e muitas igrejas espalhadas pela cidade. A desconfiança em relação às igrejas evangélicas é imensa.

O nível de prostituição, drogas, alcoolismo, assalto e acidentes de trânsito são muito altos. As pessoas são muito deprimidas e tristes. O peso espiritual é algo tão forte, que até parece que se pode tocar. Há muita pobreza também. Os idosos são os que mais sofrem, não existe um apoio governamental a eles como no Brasil, e tão pouco os familiares os apoiam. Assim sendo, necessitam trabalhar vendendo frutas, doces ou outra coisa qualquer nas ruas para se manterem.

Contudo, Missª. Raquel afirma que Lima não é só isso. Tem muitos lugares bonitos. O Jardim Zoológico é imenso e atraente e o Parque das Águas é outro lugar muito lindo que concentra muitas pessoas. Os prédios antigos são lindos também; uns conservados outros não. Os ônibus parecem de brinquedo - “Uma gracinha, ah! E tocam música o tempo todo. O cobrador fica em pé na porta do ônibus, gritando para onde vai e pedindo as pessoas para subirem, e bem rápido!” afirma a missionária batista. Segundo Missª. Raquel, as comidas são gostosas e muita coisa que tem no Brasil, em Lima não tem e vice versa.

A Igreja do Pr. Joselito, onde tem congregado em sua estadia em Lima, tem atividades quase todos os dias. Nossa irmã tem auxiliado nos cultos, tocando panderola = pandeiro. A igreja tem instrumentos, mas não tem músicos. A missionária tem ajudado também na direção dos cultos e compartilhado a Palavra com os ouvintes. Tem feito estudos na reunião de mulheres e tudo isso em Espanhol! Aos poucos, nossa irmã tem aperfeiçoado o domínio da língua e bem devagarzinho pra não errar tem conseguido ser entendida. Entretanto, afirma que orar em espanhol tem sido um grande desafio.

As visitas nos lares acontecem quase todos os dias, pois o povo está sedento de novidade. Visitas em Lima é algo imprescindível. Como nossa irmã está hospedada em casa de irmãos cooperadores... Tem ajudado a limpar a igreja e ajudado nos afazeres da casa onde está hospedada. O trabalho com crianças aos sábados à tarde acontece num bairro bem distante (Huodoy), onde não há água e a luz elétrica começa a ser instalada. E em Huodoy não existe ninguém pastoreando a igreja. Muitos missionários desistem e voltam para casa devido às dificuldades locais.

Entretanto, nossa irmã não vê dificuldade e nos finais de semana visita outras igrejas para ministrar a Palavra, inclusive nas que se encontram na Selva peruana. Esta região tem muitos perigos por conta de saqueadores e traficantes locais que ficam nas estradas de acesso. Outra dificuldade de adaptação é ao frio, que é intenso. Nossa irmã sentiu na própria pele a dificuldade de adaptar-se ao clima local que é muito diferente do nosso país.

Orem pela Missª. Raquel Fernandes e se puderem sejam cooperadores desta obra, que visa levar o conhecimento da Palavra de Deus aos peruanos.

BANCO BRADESCO
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