QUAL É A SUA DESCULPA?

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7 de abril de 2011

O Missionário e as Tragédia.

Foto: www1.folha.uol.com.br
Hoje, pela manhã, o Brasil amanheceu mais triste. O Rio de Janeiro foi acometido por mais um terror em sua história. Desta vez, não era a visão de traficantes em fuga, não era sobre armamento apreendido, não era sobre assalto ou sobre reféns... o povo carioca ao ver suas crianças atingidas por vários tiros disparados por Wellington Menezes de Oliveira entrou em choque.

Já ouvimos falar em chacinas... Mas massacre de crianças é algo que nos choca. O ex-aluno a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, Wellington M. de Oliveira, desferiu vários disparos contra crianças inocentes e matou-se ao se ver acuado pela coragem de um policial militar, Sargento Márcio Alves, que o abordou antes que alcançasse outras vítimas.

Uma carta deixada pelo assassino foi entregue pela polícia aos jornalistas e chocou ainda mais quem a leu. Na carta, chama de impuro quem o tocar e ainda se acha em condições de ser resgatado por Cristo Jesus num pecado premeditado e não arrependido. Vejamos alguns trechos da carta já disponíveis em vários sites jornalísticos:

Sabemos que nos fins dos tempos, nos últimos dias, muitos casos como este acontecerão por conta do que está escrito na Palavra de Deus. É dever do missionário estar preparado para agir socialmente neste caso, pois ajudará às famílias a superarem a dor e o trauma pós-traumático porque passarão. 

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons..."  1 Timóteo 3. 1-3

O que podemos fazer neste momento é orar pelas famílias das vítimas e clamar ao Senhor Jesus que continue nos guardando até a Sua Vinda. Todo missionário que se encontra na região de Realengo e adjacências tem a obrigação de orar pelas famílias e, se possível, buscar estar com elas pessoalmente para um abraço fraternal.

Fica nosso abraço nas famílias e o nosso repúdio a este assassino que de Bíblia, de amor de Cristo,  não entendia nada.

6 de abril de 2011

O MISSIONÁRIO E O CHOQUE CULTURAL.

FOTO GOOGLE
Desde que criei este blog, eu tenho recebido mensagens de vários missionários. Relendo algumas destas mensagens ontem à noite, eu percebi que a barreira do choque cultural está em várias declarações. Poucos são os que procuraram conhecer os lugares que seriam enviados com antecedência. O que é um erro, pois conhecer o campo missionário antes de ir é fundamental, sendo prudente ir ao local antes de mudar-se de vez... Ou, no caso de uma distância extrema... Ler sobre ele pelo menos. Aliás... É essencial.

Só que a realidade dos missionários que são enviados é bem diferente. Muitas vezes caem no campo missionário como a realização de um sonho e vêm na prática o pesadelo que se torna quando não conhecem previamente à cultura local.

As igrejas sabem que é preciso capacitar este obreiro a ser enviado. Capacitar significa colocá-lo em estudo (treinamento). É preciso assumir a responsabilidade de preparar este obreiro e sustentá-lo. Ainda que o mesmo encontre recursos próprios no campo de ação é inadmissível abandoná-lo.

O choque cultural acontece quando nos deparamos com situações incomuns ao nosso dia-a-dia. Pode ser no estilo de vida, modo de vestir-se, língua nativa, moeda, religião, clima... Isto é, qualquer coisa que seja diferente do que estamos acostumados.

Se este contato prévio de conhecimento não vier... Sua viagem pode ser comparada a um gato preto no meio do caminho. Prato cheio para quem quer sua derrota. Então, vamos ser prudentes. Conheçamos o lugar com antecedência. 

Tiago 3. 13-18
Mateus 10.45

5 de abril de 2011

MISSIONÁRIO X DESÂNIMO.


FOTO GOOGLE

Muitas vezes deparei-me com desabafos de alguns missionários que tive contato, falando da dificuldade que enfrentam no campo quanto ao desânimo. Sentiam-se isolados de suas igrejas, muitos desamparados... Outros arrependidos por mudarem o foco... Isto é... Foram como missionários, impressionaram-se com o local e resolveram morar por conta própria abandonando o trabalho missionário pelo trabalho secular, pois era mais proveitoso financeiramente. Arrependeram-se tarde demais!!!

Só que é necessário o obreiro passar por uma certa solidão no campo de ação, mesmo não sendo agradável, mas é necessário. Principalmente, se estiver inserido em um lugar onde não há muitos recursos para ações missionárias. Pior ainda se não houver um templo. A luta pela construção do mesmo é importante e, muitas vezes, solitária.

O missionário que vai sozinho ao campo já sabe mais ou menos o quanto de solidão irá enfrentar, mas o que vai com a família não tem a menor noção do que é estar rodeado de pessoas e ainda assim sentir-se só. Bastam alguns meses sem ver nada acontecer para o desânimo aparecer. Só que as coisas acontecem gradualmente no campo missionário. As pessoas, geralmente, só passam a confiar neste missionário com o tempo, conforme observam.

Não adianta somente ir e levar a Palavra de Deus. Necessário é estudar a região e o povo antes de ir. Saber suas necessidades, conhecer o local geologicamente, para superar os possíveis desastres naturais que podem vir a ocorrer e ser capaz de ir até o local onde estão àqueles que não aparecem nos cultos.

Necessário é saber que Deus provê tudo que é necessário, mas situações comuns quem provê é a igreja e o missionário. As igrejas precisam treinar melhor seus missionários, para que saibam lidar com as adversidades e precisam suprir este missionário para que a obra evangelística não pare. Desânimo não combina com abandono. Só que o abandono causa desânimo.

Precisamos orar mais por nossos missionários, mas precisamos suprir suas necessidades para que continuem alimentando espiritualmente e materialmente às pessoas que se encontram em seu campo de ação. É nossa responsabilidade manter a obra missionária.

DEFININDO O MISSIONÁRIO...

Pr. RUBENS MENDONZA - MISSÕES NA ARGENTINA
Definir Um missionário é sempre muito difícil. A obra de missões nas igrejas é inspirada nos feitos dos apóstolos e discípulos de Jesus no Novo Testamento. Desde então, muitas igrejas enviaram representantes do Evangelho à várias partes do Mundo para expressar o amor de Cristo e levar ação social aos povos.

Os homens do Novo testamento eram comprometidos com a igreja e sacrificavam a vida secular para viver o que acreditavam. Hoje, vemos muitos tipos de missionários. 


Há os missionários fixados nas igrejas que ajudam a manter a obra missionária. Há os missionários conferencistas que viajam o país todo, falando de Jesus e suas experiências pessoais com evangelização e há os missionários enviados para fora de seus estados que, às vezes, vão para fora do país, levando esperança à culturas diferentes...

De certo modo, não há diferença, pois todos fomos comissionados por Cristo a sermos "missionários". Temos a obrigação de testemunhar a Salvação em Cristo Jesus. Cada um de nós é um missionário. 


Missionário não é só quem tem "carteira" e é enviado por uma denominação a certo lugar para fazer missões. Missionário é todo aquele que dá testemunho de Jesus e Suas obras.

Por isso, devemos estar atentos aos sinais que Jesus nos deixou na Palavra de Deus. Acorda crente!!! Faça Missões!!!

Todos fomos enviados ao IDE.
Todos fomos comissionados a evangelizar.
Todos somos uma árvore cheia de ramos que precisa se expandir.
Somos missionários!!!
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