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10 de outubro de 2009

DIÁLOGO ENTRE IRMÃOS.

FOTO DO SITE: educarparacrescer.abril.com.br
Conviver com alguém que não possui as mesmas ideias que você, pode gerar um certo conflito ou não. Ultimamente, há mais conflitos que acertos. O modo como se escreve um texto é importante, pois pode transmitir uma boa ideia como pode distorcer toda ela. Também, claro, acontece de quem lê não entender o que você diz... Está formado o conflito e, consequentemente, a falta de diálogo. 

Martin Buber (1878-1965) foi um jornalista e teólogo defensor do diálogo entre judeus e árabes. Era austríaco e judeu. Escrevia muito e dedicava-se como professor da Universidade de Frankfurt am Main, mas renunciou porque o destruidor de diálogos chegou ao poder: Adolf Hitler (1889-1945). Imagine ficar proibido de falar o que se pensa... Horrível não é mesmo? Esse foi um dos problemas daquela época de Hitler, um dos maiores problemas existenciais por qual o ser humano passou, principalmente, os judeus. Imagine-se neste situação. Pessoa ativa, com várias ideias na cabeça e querendo colocá-las em prática. De repente, alguém chega e o proíbe de pensar. É motivo para parar? É motivo para desistir? Buber tinha como bússola seus pensamentos postos em prática pelo diálogo. Então, não desistiu.

Aliás, o jornalista austríaco via o diálogo como um meio de salvação ou saída (chame como quiser) para o mundo. O mundo que o teólogo vivia não era diferente do que vivemos agora, pois a mesma intolerância e violência nos cercam a cada dia. Intolerância que dificulta nossos diálogos e violência que nos silencia fisicamente.

Mas se Buber conseguiu, mesmo proibido de dar palestras, fundar um centro de ensino judaico em plena época Nazista... Nós podemos firmar o diálogo aonde parece que o silêncio nos mata. Se este teólogo conseguiu traduzir a Bíblia do hebraico para o alemão durante 39 anos antes de falecer aos 87 anos, em 13 de junho de 1965, então, podemos escrever em nossos blogs mesmo que alguns tentem nos silenciar.

Não é cópia. É diálogo escrito!


Buber saiu da Alemanha e foi morar em Jerusalém e lá percebeu a raiva árabe pela presença judaica em solo sagrado. Entretanto foi em vida o que muitos de nós não conseguimos ser atualmente: amorosos com nosso inimigo. Morreu, mas deixou um legado à educação. Buscou igualdade para todos seguida de diálogo e viveu em defesa de um país habitado tanto por judeus quanto por árabes com tolerância e respeito mútuo. 


Martin Buber venceu o Nazismo. Podia ter tomado ódio dos alemães, mas ofereceu-lhes à Palavra de Deus traduzida. Podia ter gerado desavenças contra os árabes que lhe perseguiam, mas transformou seus perseguidores em alvo para o diálogo. Nós podemos mudar o quadro de desavenças dentro de nossas igrejas. Podemos mudar a situação de sermos incompreendidos pelos que não reconhecem nossos blogs. Podemos mudar nosso modo de se expressar, demonstrando tolerância. Podemos escrever nas páginas de nossos blogs sem copiar nada de ninguém, mas debatendo (dialogando) o que já foi escrito.

Buber pregava que a consideração pelo próximo é fundamental, pois inspira novos seres pensantes. Jesus pregava o amor e falou de tolerância em palavras e ações. Façamos o mesmo! Vamos quebrar os preconceitos dentro de nossas igrejas e levantar a bandeira do amor verdadeiro por aqueles que nos persegue através do diálogo falado e do escrito também.

Vale a pena conferir:

Buber, Martin. Do Diálogo e do Dialógico. Editora Perspectiva. 174pg.
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